Que diferença eu faço?

Postado por em mar 21, 2016 em Blog | Um Comentário

Que diferença eu faço?

Que diferença você faz?” Essa foi a questão abordada no último texto aqui no Propagando o Amor. Que pergunta difícil não?

Será que temos sido apenas figurantes na história deste mundo? Será que temos vivido uma persona, sendo aquilo que gostaríamos de ser e que no fundo não somos?

Eu acredito que todos os dias somos testados por Deus, e essa semana posso dizer que fui muito testada. Com isso, tais perguntas vieram na minha mente:

Que diferença eu faço quando aparece uma conta do nada, com dias vencidos e não se tem um real no bolso para começar a pensar em pagar? (Quem nunca).

Que diferença eu faço quando em uma discussão, alguém injusto aponta apenas os meus erros sem contabilizar ou enxergar os seus próprios erros?

Que diferença eu faço quando um amigo precisa de um abraço, mas a minha agenda está “lotada demais” e requer algum esforço para que esse abraço aconteça?

É aí que Deus nos testa para mostrar onde está o nosso coração: nas riquezas da terra ou no “mais do que o suficiente” que Ele nos oferece todos os dias?

É ai que Deus testa onde estão os nossos frutos do Espírito: no nosso braço ou no nosso domínio próprio?

É ai que Deus  testa onde estão as nossas prioridades: se no simples fato de cumprimos tarefas insignificantes ou cumprirmos os mandamentos Dele, expressando amor ao próximo?

Que diferença nós temos feito sendo sal da terra? Será que temos deixado o sal dentro do saleiro até que ele não tenha mais utilidade?

Que diferença nós temos feito sendo luz do mundo? Será que não a temos escondido debaixo da cama? (Mateus.15.15)

Como nossa amiga Júlia Betina diz em seu texto “Luz brilhante, sal salgado”: “Sair da zona de conforto é essencial para nossa vida de fé.” E concluo assim, dizendo que para habitar nessa loucura de mundo é disso que precisamos: uma vida de fé e nada de conformismo!

Vamos viver a ESSÊNCIA do evangelho, não permitindo que as loucuras do nosso cotidiano nos façam ser meros ocupantes de espaço ou figurantes. Mas, que possamos nos pequenos detalhes do nosso dia resplandecer a luz e temperar a terra. Gerar vida e gerar amor!

Sobre Giovanna Miranda

Eu não sou a Giovanna, porque antes mesmo deste nome eu já existia. Eu não sou a líder, a aluna ou a empregada, porque o que eu faço não define minha vida completa. Eu não sou a garota das roupas diferentes, porque o que eu tenho é muito pequeno comparado a minha herança eterna. Eu não sou o que dizem, porque isso é muito vago quando me apego aquilo que Deus pensa sobre mim. Sou filha do Rei! Sonhadora, que vive essa realidade louca mas que põe a fé Naquele que pode todas as coisas.

  • Marlon Vieira

    Conversando com o Jairo esses dias ele me disse a seguinte frase. “Ser cristão é entender que seremos sempre coadjuvantes, e nunca o atores principais” Vale para essa reflexão, pois devemos agir, mas nunca nos esquecermos que somos apenas agentes de algo que Ele fez, e ainda faz por nós.

    Belo texto Gi 😀