Qual é a sua máscara?

Postado por em jul 8, 2015 em Blog | Um Comentário

Qual é a sua máscara?

Buenos días, galeredo! Tudo na boa?

Lembram que no último post, onde comentei que somos sim, alguma coisa? Afinal somos filhos amados de um Deus incrivelmente grande.

Hoje gostaria de estender um pouco mais esse assunto, mas abordando outro ponto que mencionei a quinze dias atrás. Queria falar sobre máscaras! Isso mesmo, as máscaras que colocamos em nossos rostos, pra que os outros a nossa volta não saibam como realmente somos.

Aí que vem a questão: qual máscara é a sua? Aquela de bonzinho, que não quer ferir ninguém? Uma máscara de evangelista, que faz tudo o que os outros fazem alegando querer mostrar Cristo para os seus amigos? A de Super Cristão, que não tem pecados e ora sempre pelos seus irmãos? Ou é aquela de humildade, que no fundo mesmo, quer toda a glória de Deus?

A lista não acaba aí, mas afinal, qual é a sua? Pare só um minuto, olhe pra dentro do seu coração, e se pergunte isso até encontrar a sua.

As vezes a gente trabalha tanto em nossas máscaras, que as pintamos, as moldamos e até mesmo colocamos aquele elástico atrás, para que ela não se mexa e muito menos caia, mostrando assim o nosso rosto nu.

Estamos tão acostumados com as máscaras que até mesmo chegamos a falar com Deus, esperando que Ele acredite que somos daquele jeito. Temos que parar com isso, parar de querer ser agradável às pessoas, e sermos filhos que agradam e dão orgulho ao seu Pai.

Esse é o desafio: Que possamos lutar com nossa vontade imensa de mostrar algo que não somos, assumindo nossa condição e assim buscando ser semelhantes ao que Cristo é!

Abração de Urso

Sobre Ariel Zimermann

Uma criança crescida, que acha motivo pra rir, até quando é pra chorar. Conheci a Cristo com meus 15 anos, sou Gaúcho, Estudante de Engenharia Elétrica, que encontra na música uma forma de mostrar a grandeza de um Deus infinito. Aquele que senta na rua e fica olhando as estrelas por horas, conversando com Deus, tomando café no meio da rua. Sou direto, até demais, pois sinto que as pessoas devem ouvir o que elas precisam ouvir, e não o que elas querem ouvir.