Qual é a decisão certa?

Postado por em jul 28, 2014 em Blog | Sem Comentários

Qual é a decisão certa?

Para toda regra há uma exceção. O capítulo 11 do livro “Preocupação – Um hábito que pode ser quebrado” é a exceção do livro, onde a autora faz uma reflexão sobre decisões e escolhas certas.

“Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida.” – Tiago 1:5 (NVI)

“Nossa maior preocupação deve ser, sempre, tentar tomar decisões que agradem a Deus, e que esteja dentro de sua vontade.”

Você já se perguntou alguma vez “quantas decisões erradas tomarei hoje?”, “quantas opções terei de fazer mal a mim ou a um dos meus queridos?” ou “quais decisões de hoje desonrarão a Deus e afrontarão sua santidade?”. Ninguém se pergunta, mas muitas vezes é assim que agimos. Quando fazemos escolhas sem pensar, sem pedir conselhos, sem levar a Deus. Acabamos desonrando Deus e fazendo mal a nós e aos nossos próximos.

Na Bíblia, temos o exemplo de Eva, que tinha a opção de acreditar em Deus ou na serpente. Aqui temos a primeira escolha impensada da humanidade. Depois temos Abraão que fez Sara mentir sobre seu casamento. E Ló, que optou por ir para o vale do Jordão, que acabou corrompendo toda sua família. Moisés agindo pela emoção, matou o egípcio por causa da morte do escravo e mais tarde no deserto, quando estava irritado com o povo, não bateu uma vez na rocha, mas sim duas.

“Decisões baseadas em emoções geralmente levam a situações constrangedoras”, como para Moisés que pôde olhar a terra prometida de longe, mas não foi autorizado a entrar.

Os motivos por trás das decisões:

Medo – “Foi o que levou um dos três servos que receberam dinheiro para gerir, guardar e investir para o seu mestre, a escondê-lo no chão, em vez de aplicá-lo (Mt 25:25).”;
Ganância – 30 moedas de prata, motivo pelo qual Judas traiu Jesus (Mt 26:15);
Amor – motivo de Jacó ter se casado com Raquel (Gn 29:20);
Lealdade – Jônatas defendeu Davi do próprio pai (1 Sm 20:42);
Ódio – motivo do assassinato de Abel, pelo irmão Caim (Gn 4:6-8);
Popularidade – Pilatos optou por sua popularidade com o povo do que libertar Jesus (Jo 19:12);
Perseguição – Pedro negou Cristo três vezes, por medo de ser perseguido (Mt 26:69-74);
Aprovação – ao matar Tiago, o rei Herodes percebeu a aprovação do povo e procurou matar a Pedro também (Atos 12:1-4);
Obediência – motivo para Daniel rejeitar as iguarias do Rei (Dn 1:8);
Desobediência – motivo de Jonas ter ido em direção oposta de Nínive (Jn 1:1-3);

“Se você aprender a dar alguns passos preliminares, antes de tomar decisões apressadas, precipitadas, impulsivas ou sem reflexão, ficará menos preocupada e mais confiante de estar fazendo escolhas certas.”

Reveja cada decisão; Refine as suas opções; Lembre-se da Palavra de Deus; Controle suas emoções; Examine novamente os seus motivos; Faça uma recontagem de seus recursos; Resista à impaciência; Não tome nenhuma decisão sem orar antes; Sempre opte pelo que for certo e justo; Não permita que o medo influencie a sua decisão; Quando em dúvida, não faça nada; Responda e tome a decisão.

“Coragem, no medo (Josué 1:9)
Força, na fraqueza (Filipenses 4:13)
Companhia, na solidão (Mateus 28:20)
Sucesso, no fracasso (Josué 1:8)
Vitória, na derrota (1 Coríntios 15:57).”

“Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus.” – Filipenses 4:19

Lembre-se:

“Todo o amanhã tem duas alças. Nós podemos segurá-lo pela alça da ansiedade, ou pela alça da fé.” Henry Ward Beecher.


Essa série de posts é um resumo do livro Preocupação, de Elizabeth George, publicado pela editora Hagnos. Cada post resume um capítulo e você pode adquirir o livro para conferir os assuntos com maiores detalhes clicando na referência abaixo.

Referência: GEORGE, Elizabeth. Preocupação – um hábito que pode ser quebrado [tradução Iara Vasconcellos]. São Paulo: Hagnos, 2011.

Sobre Paloma Pena

Teimosa, intensa, super protetora, eterna criança, aprendiz de engraçada.