#PADD065: O espetáculo do louvor congregacional

Postado por em nov 27, 2015 em Podcast | 13 Comentários

#PADD065: O espetáculo do louvor congregacional

Tá no ar! No episódio 65 do PADD, EddieTheDrummer recebe os convidados Abner Melanias e Gabriel Tuller (GraçaPOP) para falar sobre o louvores congregacionais que se assemelham com espetáculos.

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Neste episódio:

Saiba o que é um louvor congregacional.
Conheça a diferença entre o show e o congregacional.
Descubra onde deve estar Cristo no momento do louvor.


LINQUINUPOUST!

Vídeo AG – Espontâneo
Notícia Hillsong
Vídeo AG – Hillsong, Diante do Trono e outras drogas…
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  • Abner e Tuller mandaram muito bem. Baita episódio!

    • E as considerações finais do Abner, hein, poeta!
      Muito obrigado pelo teu feedback Mac.
      Abraço

    • Gabriel Tuller

      Valeu Mac! 😉

  • Fala galera!!!!
    Falar de formas de “louvor” em um culto pelo menos eu vejo da seguinte forma, existem varias opiniões e não acho que exista aquela que seja certa ou a errada, mas como foi dito do episódio existe aquela que é adequada a congregação ou o tipo de culto que esta acontecendo. Bem sabemos que se for movido por Deus de acontecer algum “espontâneo” em um culto e toda igreja tb sente aquela vibe, pra mim ta valendo, o que acho que é forçar a barra é quando acontece e a igreja fica sem entender o que esta acontecendo.
    Uma coisa que concordo com o Tuller e não me recordo da opinião dos outros participantes é que não é porque gostamos de alguma musica (ele citou Oficina G3) que vamos colocar ela no louvor de um culto. Acredito que o momento de louvor em uma igreja seja o momento de voltarmos nossa atenção pra Deus, adora-lo e render graças por tudo que ele nos fez, se sair disso acho que já foge um pouco do que acredito.
    No mais é isso kkkkk
    Flw…. Abraços!!!!

    • Muito obrigado pelo feedback Eder! Tudo precisa equilíbrio 🙂
      Abraço

    • Lourival Gonçalves

      @edercarvalhos:disqus é vc meu fillho?Apareceu.kk

  • Welber Martins

    agora sei porquê vocês estavam debatendo no twitter! olha minha situação: sempre conheci o meio pentecostal, e agora estou congregando em um presbiteriana do Brasil! mas tenho contexto de que me decepcionei com Louvor. Acho que depois dos cargos é aonde rola maior briga de egos e escandá-los

    • Concordo! Tem que ter cuidado com isso.
      Obrigado pelo feedback e estar sempre presente.
      Abraço

  • Confesso que quando li o título do episódio achei que seria “chover no molhado”, rs. Mas resolvi ouvir e gostei muito das posições ponderadas e sem radicalismo.

    Minha ressalva pessoal em relação ao louvor musical na igreja, é que se tenha cuidado ao copiar “fórmulas” que dão certo. Não importa se fazemos louvor com uma banda fantástica ou com voz e violão; o que importa é que está no coração daqueles que adoram.

    Eu toquei por anos no, talvez, maior Ministério de Louvor de minha pequena cidade. A coisa era bem estruturada, mas por vezes vazia de sentido. Quantas vezes toquei por tocar…

    Hoje toco violão, acompanhado por um cajon, por falta de músicos na igreja local, mas me regozijo em louvar ao Senhor na simplicidade. Poderia ser ao contrário, de boa. Mas no meu caso especificamente foi assim e isso não me dá o direito de definir o que certo para os outros que viveram uma experiência diferente da minha.

    Não podemos e nem devemos julgar de forma equivocada algum grupo pela estrutura (ou pela falta dela) que carregam. Isso é de fórum pessoal, na minha opinião.

    Parabéns pelo episódio e que venha o próximo.

    Rodrigo Oliveira – Resistência
    Podcast

    • Concordo totalmente contigo Rodrigo! Muito obrigado pelo teu feedback!
      Abraço

  • Ouvindo atrasado mas tava marcado na agenda. Boa conversa com o Abner mandando muito bem sempre. O legal foi que nenhum dos lados foi enfatizado. O uso de muitos equipamentos ou momentos musicais mais simplórios não estão equivocados. Um ponto levantado e que concordo bastante é que de fato a utilização em conjunto de luzes, um ótimo áudio e demais recursos geram um efeito completamente diferente de locais com pouco e quase nada de instrumentos. Passo por essa situação localmente, em uma igreja com apenas uma pessoa tocando violão aos domingos (No caso eu e meu cunhado, num esquema de revezamento), sem nada mais. Por motivo de completa ausência de pessoas com um domínio mínimo ou interesse musical nos força estarmos nos apresentando dessa maneira. O que não inviabiliza a continuidade dos trabalhos. Outro ponto que concordei totalmente é a experiência do Abner com o John Mark Mcmillan. Também tive a oportunidade de estar em um dos eventos dele em sampa e de fato a atmosfera gerada pela apresentação foi algo muito agradável. Não pelo lado emocional, mas um clima de harmonia, de irmandade, enfim. Parabéns pelo post, Ed. Sempre com ótimas pautas. Um dia aprendo como fazer um podcast.

    • Muito obrigado pelo feedback Denys. Sobre a música polêmica do podcast, continuo não achando boa para congregação. Como falei, concordo que a música traz um sentimento bom de irmandade, mas a versão em português só me leva a pensar em individualidade. Ouvir o Mcmillan tocando em inglês em um show é uma coisa, cantar na igreja a versão em português e completamente outra. Mas, como sempre, esse sou eu né hehehe
      Abraço!

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