#PADD043: Perseguição no trabalho

Postado por em jan 23, 2015 em Podcast | 28 Comentários

PADD043: Perseguição no trabalho

Tá no ar! O episódio 43 reúne EddieTheDrummerRafael Bottega, João Lannig e Aline Lannig falam sobre a perseguição aos cristãos no ambiente de trabalho.

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Neste episódio:

Conheça a perseguição moral.
Escute o relato de uma pessoa que esteve do outro lado.
Descubra como suportar esse tipo de situação.


Links comentados:

#PADD007: Igreja Perseguida
#PADD032: Mundo Injusto!
Vídeo: Como o Mundo te Vê Cristão?
Facebook do Bottega
Bíblia Freestyle
Video: Como convidar alguém para ir na sua igreja? (Invite) (o cara não é cabeludo!)
Video João: O que fazer nos momentos de crise – Pr Cláudio Duarte


Área de Feedbacks

EddieTheDrummer esteve no Retratismo Podcast 49

PADD Indica!

Delas #01 – Esse tal de feminismo…


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  • Lourival Gonçalves

    Mas Já?Pelo amor de Deus.kkkk.Relamente,estou lento nos comentários.kk.
    Ainda vou ouvir o Pod,mas esse bate papo deve tá show

    • Exatamente, aqui fazemos o possível e o impossível para não deixar passar da sexta “quatorzenal” 🙂

  • Gabriel Silva

    podcast bom

    • Obrigado pelo feedback. Lembre-se de não se tornar o cara do bullying heheh

      Abraço

  • Gabriel Silva

    kkk podcast muito bom

  • Henrique Oliveira Laurentino

    Link no post que eu tô voltando!!!
    Gostei muito do tema. Ia esperar o episódio acabar, mas o Eddie tocou num ponto nevrálgico: a culpa é nossa. Estamos colhendo o que plantamos. Vi evangélicos se matando nessas eleições, mas nunca nos vi fazendo dez por cento disso relacionado aos erros dos pseudopastores que nos deram esta fama. E continuamos não fazendo. Já sofri perseguição, desde os tempos de escola, por ser cristão, por ser negro, por ser nordestino, mas não por muito tempo, devido à minha postura e ao meu tamanho, hehehe. Outro problema que não sei se vocês abordaram, já que estou na metade ainda, são os que não aguentam e começam a agir igual. Como trabalhava com vendas, era “obrigado” a mentir. Por isso, desisti desta área. Hoje trabalho numa empresa que tem uma patrulha enorme contra qualquer forma de assédio, graças a Deus. Como aconteceu com a cabraiada, falei muito por aqui também, mas é bom estar de volta.

    • Muito obrigado pelo teu feedback brother. Tive que pesquisar no google o que é nevrálgico, pois meu vocabulário não é tão culto assim ehehehe

      Agora que eu sei o que é, tu falaste muito bem. Me entristece o fato que os evangélicos não querem preconceito contra eles, mas estão entre os preconceituosos. Usando como exemplo o homossexualismo, ambos sabemos que é pecado, mas ambos sabemos que se Jesus estivesse no Brasil hoje, era com eles que o Mestre andaria. Vemos o contrário no nosso país, e isso faz com o evangelho seja distorcido. :/

      Abraço!

  • Henrique Oliveira Laurentino

    Tiago 1.2: Sintam-se se felizes quando forem perseguidos por causa da vossa fé.

  • Lourival Gonçalves

    Ótimo Pod Galera.Escrevi algo também lá no Maná com Manteiga http://www.manacommanteiga.com.br/pros-fracos/

    • Grande Lourival! Esse vai pro LINKINUPOUST!

      • Lourival Gonçalves

        KK.Estou melhorando.Mais 24 horas e mais um coments.kkk

  • “Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras,” disse Francisco de Assis. O exemplo do Bottega sobre esse tipo de perseguição é de dar raiva mesmo. Acho que vai além da perseguição religiosa. Me parece que se trata de pessoas que tem prazer em encher o saco. Já é difícil ser cristão na essência dos ensinamentos de Cristo, e ainda sob essas circunstâncias de pertubação, seja no trabalho ou escola, o papel de qualquer filho de Deus fica ainda mais difícil. Porém em todo o momento, temos que morrer pra nossas vontades (de dar um murro na cara de alguém) e deixar Cristo tomar de conta de cada um de nós. Um abraço pra todos do PADD . Quero ver gravarem com o Ariovaldo Jr pra falar sobre BíbliaFreeStyle. Vai ser bacana.

    • Grande Denys! É isso mesmo cara, por isso que amo os feedbacks. Agora lembro, quando o Levi Araújo citou essa frase, ele comentou que era do Francisco de Assis. Fantástico!
      Anotando a ideia de pauta!
      Valeu pelo feedback 😉

      Abraço

  • Não terminei de ouvir ainda mas preciso compartilhar algo. Há alguns anos (muitos anos) logo após a minha conversão, comecei a trabalhar em uma empresa e a gerente simplesmente invocou comigo do nada. Lembro-me que ela ia até a minha sala e ficava parada na porta e quando eu olhava para ela para saber se ela desejava algo ela dizia: “Eu ainda vou pegar alguma coisa errada sua e vou tirar você daqui!” Isso acontecia diariamente e eu já não sabia o que fazer. Foi ai que, movido pela fé, tipica de um novo convertido, resolvi fazer uma campanha de jejum e oração. Tomei a decisão de jejuar durante sete dias (era adepto da numerologia gospel, kkk) e no sétimo dia eu disse para mim mesmo: “Vou dar uma rasteira no diabo” e fiz mais um dia. Após os oito dias de campanha sai como de costume para o meu trabalho e para minha surpresa a pessoa havia mudado da água para o vinho. Tornou-se uma grande amiga, me defendia dentro da empresa e chegou a pedir oração uma certa vez.
    Foi uma experiência muito marcante na minha caminhada. Grande abraço!

    • Que testemunho, hein! Muito obrigado por compartilhar Luis!
      Abraço

  • Fala pessoal…quando vi o tema, pensei…não vou ouvir pq não sofro perseguição no trabalho, mas, aí lembrei que há anos atrás trabalhei numa gráfica e quando entrei lá existia uma “panelinha” já estabelecida e fechada. Nos quase 1 ano que estive por lá sofri muito bullying nesse sentido de não fazer parte da turma. Quando disse que era cristão então a situação piorou bastante.

    Sempre prezei por um bom ambiente de trabalho, então, não durei muito lá.

    Mas, confesso que o Botega me fez pensar nessa questão de que sofrer bullying (perseguição) é sinal de testamento de fé, será? Não consigo pensar que seja assim tão categórico. Afinal, existem um monte de crente por aí que em cada ambiente que convive tem comportamentos diferentes e não condizentes como cristão. E se ele sofre perseguição justamente no trabalho, ele é caracterizado como um bom cristão apenas por isso?

    Ótimo cast galera,

    Abraços!

    • Obrigado pelo teu feedback Franklin! Tenho só agradecer a Deus por ter me dado um trabalho maravilhoso onde posso ser eu mesmo sem me preocupar com nada. Realmente, não deve ser um clima muito bom sobre um tipo de “perseguição”.

      Abraço

  • Fala Eduardo! Cara, sou o Rodrigo do Resistência Podcast e li seu comentário em nossa páina. Cliquei no seu perfil e, acredite, eu tbm já havia assinado o seu podacast kk Que mundo pequeno! Deus o abençoe.

  • Danilo Gonçalves

    Gostei muito do cast. No meu caso, fui demitido do meu emprego anterior por causa dos meus princípios, porque meu chefe pedia para fazer algumas coisas erradas e eu não fazia.

    • Obrigado pelo feedback Danilo. Realmente tem muitos casos assim, infelizmente. :/

      Abraço

  • Fala, galera do PADD. Aqui é o Felipe Xavier do pãodecast.

    Muito legal o cast sobre “Perseguição no trabalho”. Nunca sofri uma perseguição massiva mas sempre houve um certo preconceito mesmo que não falado na maioria das vezes. Concordo com a Aline quando ela disse que muitas vezes a forma com que nos portamos pode nos trazer um certo respeito. Não me lembro quem falou sobre as pessoas pensarem mal de você quando os homens te mostram algo obsceno ou olham para as mulheres de certa forma, e nós nos recusamos a fazer o mesmo. Eu passei por isso uma vez quando um dos caras com quem eu trabalhava me chamou pra mostrar um vídeo e quando fui ver, era ele em um motel com duas mulheres. Na hora eu fiquei muito bravo e quase meti a mão na cara dele, tamanha a minha indignação. kkkkk Mas acredito que Deus me deu graça para ter calma e explicar pra ele porque eu não queria ver aquilo. Desde então todos eles tinham cuidado com o que falavam perto de mim e respeitavam sempre a minha fé. Para minha surpresa, meses depois esse mesmo cara teve problemas de relacionamento e pediu que eu orasse por ele, a partir de então houveram momentos em que eu pude falar de Deus pra ele. A semente foi plantada. No mais, ótimo episódio, grande abraço.

    Felipe Xavier
    paoepeixe.com.br

    • Ótimo feedback Felipe! Obrigado pela visita. Que possamos sempre ser fortes e dar o exemplo 🙂

      Abraço

  • Gabriel Tuller

    Fala galera! Muito bom o tema! Eu sofria bastante “perseguição” no colégio onde eu estudava e quando fazia cursinho pré-vestibular e a faculdade de história. Isso ajudou a fortalecer a minha fé com o estudo da apologética e aprender a como conviver com a fé. Aqui no meu trabalho todos sabem da minha fé e não me perseguem, até pq a galera é bem tranquila com relação à isso.

    Só pela minha atitude e minha postura, eles me respeitam e até me pedem ajuda de vez em quando (um se tornou ateu e o meu chefe já foi líder de jovens e hoje tá afastado, mas entende as vezes quando eu tenho que sair pra acampamento de adolescentes por exemplo). Convivo com pessoas que não ligam muito pra isso, mas conheço pessoas que sofrem muito por serem cristãs e as vezes não sabem como lidar com essa situação e com isso geram um desconforto em querer “provar” que são crentes com o vocabulário “crentês” com gente que não faz a mínima ideia do que seja, o que realmente afasta mais as pessoas do que a fazem te admirar.

    Continuem com o excelente trabalho! Abraço!

  • Quero muito deixar uma contribuição sobre o assunto. Foi comentado no episódio que a perseguição moral à igreja é uma coisa nova. Não concordo muito com essa afirmação. Entendo que há pelo menos 2 tipos de perseguição moral, que vou chamar aqui entre aspas de “justificada” e “injustificada”. A primeira diz respeito aos eventos relativamente recentes da igreja evangélica em que os membros e líderes se envolvem em ensinos e comportamentos que não condizem com sua fé e, às vezes, nem mesmo com a ética comum da sociedade. Por exemplo o pastor que enriquece com dízimos. Esse é sim um tipo de coisa recente que causa perseguição. Mas uma perseguição mais antiga é a “injustificada”, e essa ocorre desde os tempos bíblicos. Por ver nos servos de Deus um comportamento diferente do comum, afastando-se do pecado e das coisas que não convém, as pessoas que não tem compromisso com Deus rejeitam aquelas outras e assumem uma postura de repúdio e perseguição. Essa é a perseguição que conta pontos a favor do perseguido.

    Quem sofre essa perseguição por causa da fidelidade não tem muito o que fazer. Só resta orar e se manter fiel em sua postura de servo. No entanto quem sofre perseguição por causa da infidelidade de outros cristãos, aí eu enxergo uma ferramenta poderosa nas mãos dessa pessoa. Ela pode e deve assumir a postura de conversar abertamente com os perseguidores expondo: “Realmente, todas essas coisas que vocês argumentam tem fundamento. São comportamentos que não convém e não tem nada a ver com os ensinamentos de Jesus. O que Jesus ensinou é isso, isso e mais isso. E quem quer servir a Deus de verdade segue o exemplo que Jesus deixou. Garanto que eu e muita gente que conheço não compactuamos com as práticas que vão contra os ensinos de Jesus.” Assim, o cristão tem a oportunidade de mostrar com testemunho de vida o que é servir a Deus de verdade, trazendo uma mensagem que pode ser um canal para abençoar aquelas pessoas.

    Agora, cada um sabe da sua vida, e o trabalho deveria ser um local que traga benefícios além da remuneração, como por exemplo a realização pessoal. Se a situação estiver insustentável, pode-se considerar ver outras alternativas no mercado de trabalho.

    • Bem observado Cristiano, sobre o “tempo” da perseguição moral. Não tinha pensando dessa forma. Realmente precisamos “testemunhar” sobre o que é ser um seguidor de Cristo de verdade.

      Muito obrigado pelo teu feedback.

      Abraço!

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