Oceano de Amor

Postado por em out 11, 2015 em Blog | Sem Comentários

Oceano de Amor

Olá pessoas! Como estão?

Antes de mais nada queria me desculpar com as pessoas que têm acompanhado os posts, pois imagino que tenham notado que faz mais de um mês que não tenho compartilhado nenhum texto, mas ao mesmo tempo peço que continuem acompanhando, não só o Uma Dose de Loucura, como também as outras colunas e podcast!

Enfim, já que não conversamos há algumas semanas, gostaria de compartilhar algo que literalmente me fez ver aquela tal de luz no fim do túnel! A um mês atrás, um dia antes de enviar meu texto para o blog, fui jogar futebol em uma cidade vizinha, e na volta acabei batendo o carro (e se não bastasse, bati o carro da minha mãe).

Aí fiquei naquela deprê, me martirizando e até mesmo com o receio de como meus pais estavam se sentindo em relação a mim! Foi um choque! Lembro que fiquei a semana inteira com aquilo na cabeça, e tentava entender por quê tantas coisas “ruins” estavam acontecendo comigo!

Mas sabe quando você para e analisa minuciosamente os fatos e percebe que tudo ocorreu bem? Bom, agora vou testemunhar a respeito de toda essa situação.

Quando comecei a pensar em tudo isso, comecei a montar o quebra-cabeça, e percebi como Deus cuidou de tudo!

Bom, para começar, aqui em casa temos três automóveis. Naquela semana o meu carro começou a fazer um barulho estranho, e meus pais falaram pra eu não andar mais com ele, até que mandasse arrumar, e foi isso mesmo que eu fiz!

Então, um dia antes do acidente, meus pais viajaram com o carro do meu pai e mandaram que eu fosse no jogo de futebol com o carro da minha mãe.

“Tá, mas não vi nada demais até agora, Ariel!” Espera que agora que as coisas ficam mais interessantes… hahahaha

Lembrando: temos três carros aqui em casa, só um deles tem seguro contra acidentes, adivinha qual era? Lembram que meu carro tinha estragado dias antes, ou seja, se meu carro não tivesse estragado, eu iria bater com o meu, o que em termos financeiros, me levaria a falência! E hoje, depois do carro consertado pelo seguro, analisando os gastos que tiveram para o conserto, percebo que se fosse com o meu carro eu gastaria oito vezes mais!

Louco, não?! Mas não para por aí!

No dia seguinte fui trabalhar, então meu chefe me chamou pra conversar, e disse que tinha notado meu esforço e que por isso gostaria de me dar um aumento de salário (pensa na felicidade do guri ahahahaha).

Me surgiu um sorriso, daqueles de orelha a orelha, baixei a cabeça e comecei a orar e agradecer… As lágrimas vieram, mas como eu sou macho, aguentei firme, e não chorei na empresa.

Fiquei pensando: “Será que se eu tivesse ganho esse aumento antes, já não teria comprometido esse dinheiro?”

A resposta seria sem dúvida alguma: SIM!

Estou lendo Provérbios e, nossa véio, tanta pancada boa, que me fez mais vivo, aprendi muito a respeito de sabedoria, confiança e dependência de Deus, que olho pra esses momentos e fico perplexo com tanto amor.

“Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor.
O que eu quero com isso, é que saibamos aceitar esse puro e imenso amor, em sua plenitude, e da forma que ele se revelar a nós.” – Provérbios 19:21 (NVI)

“A repreensão faz marca mais profunda no homem de entendimento do que cem açoites no tolo.” – Provérbios 17:10 (NVI)

Sem dúvida esses momentos me marcaram e fizeram com que meus olhos permanecessem abertos pra ver a glória de um Deus que é infinitamente amor, fizeram com que eu percebesse que Ele é centro de todo o universo e tudo está debaixo de suas mãos!

Que estejamos dispostos a experimentar desse oceano de graça sem fim!

Abraço de Urso!

Sobre Ariel Zimermann

Uma criança crescida, que acha motivo pra rir, até quando é pra chorar. Conheci a Cristo com meus 15 anos, sou Gaúcho, Estudante de Engenharia Elétrica, que encontra na música uma forma de mostrar a grandeza de um Deus infinito. Aquele que senta na rua e fica olhando as estrelas por horas, conversando com Deus, tomando café no meio da rua. Sou direto, até demais, pois sinto que as pessoas devem ouvir o que elas precisam ouvir, e não o que elas querem ouvir.