Até o Fim

Postado por em jan 21, 2015 em Blog | Sem Comentários

Até o Fim

Olá pessoas!

De boa na lagoa? Hahaha

Queria desejá-los um feliz  ano novo bem atrasado, já que esse é meu primeiro post de 2015!

E como todos pensam no início do ano, sempre há algumas coisas para mudar, metas à alcançar…

E lá estou eu pensando nos meus planos para esse ano, pensando no que ia fazer, comprar e tudo mais, e me deparo com a seguinte pergunta, feita no meu grupo célula:

“Que planos espirituais você tem para esse ano?”

E foi nessa hora que um cara fala: “- lembrar que Ele sempre está no meu lado.”

Poxa, isso foi uma coisa muito simples, que eu sabia, é óbvio, Deus é onipresente, ou seja, tá sempre no meu lado também!

Mas aí fiquei pensando, será que eu vivo isso mesmo? Quando foi a última vez que parei pra pensar que Deus tava ali do meu lado?

Espero que você, que tá lendo esse post não esteja assim também, que glorifica à Deus mesmo sozinho, porque Deus está aí no seu lado. Mas, se você é como eu, e normalmente esquece que está em todo lugar o tempo todo, aí vai uma dica.

“Então, Jesus aproximou-se deles e disse: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos’.” Mateus 28:18-20

AAAEEEEE! Isso mesmo, fique feliz, Jesus nos diz, sempre vou estar com vocês, até o fim dos tempos… Deus sempre está aqui, e pode crer, Ele está aí também!

Então, isso é uma boa meta pra esse ano inteiro, uma a mais pra nossa listinha!

É isso aee

Abraço de Urso!

Sobre Ariel Zimermann

Uma criança crescida, que acha motivo pra rir, até quando é pra chorar. Conheci a Cristo com meus 15 anos, sou Gaúcho, Estudante de Engenharia Elétrica, que encontra na música uma forma de mostrar a grandeza de um Deus infinito. Aquele que senta na rua e fica olhando as estrelas por horas, conversando com Deus, tomando café no meio da rua. Sou direto, até demais, pois sinto que as pessoas devem ouvir o que elas precisam ouvir, e não o que elas querem ouvir.